terça-feira, 20 de janeiro de 2009

mar de tranquilidade

vivo actualmente numa acalmia profunda, apesar da minha constante dor de pensar...
se calhar sofro de uma falta de sentir tão dilacerante, que as possibilidades mortas do futuro, nada me dizem.
fico feliz, de sentir-me bem, mas fico triste de não me sentir mal, se calhar deixou de me pesar a consciência. seriam problemas sérios de consciência?
será que deixei de ter os meus inimigos interiores?

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

preciso

preciso de ar, preciso do sopro da tranquilidade no Peito...
preciso urgentemente de arte, tão grande , preciso da obra magistral para pensar, aquela que me canse de tanto a olhar e de tanto a ler.
ler cansa-me preciso de agir agora, preciso de ser eu a participar desse processo.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

pessoas x

Como sempre será para alguém...
Como sempre nomes escritos no silêncio, torna-se assim a existência demasiado preciosa, demasiado pessoal.
És eternamente constante na mutação das horas, na mutação dos dias. E devo-te isto pelo enorme obrigada que nunca te dei, aquele gesto sentido de alguém muito só, que encontrou em ti um refúgio.
Dia após dia desvendo em gestos teus, uma vontade feroz de SER, invejo isso nas pessoas, não no sentido lato da palavra, apenas como admiração sincera.
Tu serás...O génio prometido.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

o olho de Deus


Ora bem segundo esta imagem, à qual chamaram olho de Deus :), só tenho um comentário a fazer eh eh!!! DEUS ERA SEM SOMBRA DE DÚVIDA NÓRDICO.

estar e não estar no riso e no pranto :), devo-te esse conhecimento

Escrevemos sempre para alguém, é uma máxima errada que apliquei a minha vida toda, errada de se aplicar, mas que se calhar toda a gente faz, quando se escreve e nos surge uma pessoa na mente provavelmente é para ela que escrevemos então... escrevo para ti imensas vezes, porque foi sempre a única maneira de calar o que sentia por ti, escrevendo para ti nas noites em que sonhava com o teu olhar, sim não sou normal sonhava frequentemente com os teus olhos, eras a pessoa que sorria com os olhos.

e li estas tuas linhas, linhas que te revelam ... quem sabe não escreves também tu para mim :)


Estar não estando
no riso e no pranto
Posso ir sem domínio dentro do possível.
Ser de si o oposto
sem deixar de ser
imóvel movente
que só por angustia
de tempo resvala
para achar o fluxo
do plectro em refluxo.
Pendente da sorte
do imã da força dos próprios recuos, o pêndulo pende
mediante a tangência
de efluvios
que estuam
adversos
à inércia.
Sou feliz felizmente.

terça-feira, 27 de maio de 2008

a nossa musica



a nossa musica, a nossa história, o nosso início, a melodia de uma vida, a banda sonora do nosso fim

sexta-feira, 16 de maio de 2008

O homem da minha vida

:) não há palavras... mas é assumido