"possibilidades mortas, deve ser isso o meu País... sim é isso, o meu País."
não me lembro do génio que apontou isto.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
o que o cansaço faz
tenho lacunas imensas na minha formação, coisa que não deixarei acontecer aos meus filhos.. mas uma coisa da qual me orgulhava, era saber fazer equações como ninguém.
até que hoje me perguntaram 2x+5x=35 qual é o X. estou petrificada até agora por ter demorado tanto tempo a responder, estou há demasiadas horas a dissertar sobre conservação preventiva, tantas que não consegui dizer o número 5 sem recorrer à calculadora.
até que hoje me perguntaram 2x+5x=35 qual é o X. estou petrificada até agora por ter demorado tanto tempo a responder, estou há demasiadas horas a dissertar sobre conservação preventiva, tantas que não consegui dizer o número 5 sem recorrer à calculadora.
terça-feira, 14 de abril de 2009
acampar selvaticamente


sexta-feira santa lá fomos nós, rumo ao supremo sacrifício... um merecido fim-de-semana longe de tudo o que assumimos como civilizado (aliás a única réstia de modernidade que se aproximava, era Porto Covo, llllloooolllll, até Mirandela consegue ser mais agitada).
não me estico a contar histórias, a conclusão é que tenho dores musculares e uma pulga no casaco que ninguém consegue tirar...
ps. também tinha óleo suficiente no cabelo para fritar uma fartura e um churro de chocolate.
ps2 quando houver mais fotos... não mostro a ninguém
ps3 foto numero 1 - nova aquisição do philip (sushi girl)
foto numero 2 - spot onde se comeu a feijoada de buzios
ps4 (ainda não foi inventada) comemos cuscus com tomilho
coisas fnis
Eh pha, adormeço toda feliz... pensando eu ,que esta vai ser uma noite finalmente normal de sono... quando começo por me mexer para o lado direito, depois rebolo para o lado esquerdo, entretanto fico de barriga para cima, e é aí, que percebo com toda a certeza que ela está ali... presente, discreta, implacável e não me vai deixar dormir.
Fecho os olhos, vou enganá-la, camuflar-me no mundo dos sonhos, tão profundos, que ficarei envolta numa capa invisível.
Mas não, é como se uma pinga, estivesse a cair constantemente no meu couro cabeludo.
É então, que numa atitude corajosa, resolvo enfrentá-la, levanto-me, respiro fundo, calço um chinelo, deixo o outro para trás, dirijo-me para o campo de batalha... não, não é uma melga. Dois metros adiante, ainda tenho tempo de te dizer, liga a luz, tenho medo (o sotão é um bocado tenebroso à noite)... mais dois metros adiante fico frente a frente com uma porta, é a barreira que separa a minha noite revigorante, do meu sentimento fni constante. Abro-a depressa para acabar logo com aquilo, e finalmente sentada a minha bexiga fica aliviada. Era um grande XIXI.
Fecho os olhos, vou enganá-la, camuflar-me no mundo dos sonhos, tão profundos, que ficarei envolta numa capa invisível.
Mas não, é como se uma pinga, estivesse a cair constantemente no meu couro cabeludo.
É então, que numa atitude corajosa, resolvo enfrentá-la, levanto-me, respiro fundo, calço um chinelo, deixo o outro para trás, dirijo-me para o campo de batalha... não, não é uma melga. Dois metros adiante, ainda tenho tempo de te dizer, liga a luz, tenho medo (o sotão é um bocado tenebroso à noite)... mais dois metros adiante fico frente a frente com uma porta, é a barreira que separa a minha noite revigorante, do meu sentimento fni constante. Abro-a depressa para acabar logo com aquilo, e finalmente sentada a minha bexiga fica aliviada. Era um grande XIXI.
terça-feira, 31 de março de 2009
franjas
não percebo se o meu cabelo, é um reflexo exacto daquilo que sou... ou se simplesmente é uma previsão daquilo que quero ser, e não consigo.
A verdade é que penso nele muitas vezes durante o dia, a franja sem dúvida salvou a minha postura.
segunda-feira, 30 de março de 2009
work in progress
três anos depois, numa noite de verão, a profecia prometida cumpre-se - estaríamos destinados um ao outro? - volto-te a cumprimentar com a mesma indiferença ou com o mesmo respeito com que cumprimento desconhecidos, mas foi diferente desta vez... a tua pele era quente, todo tu, eras algo que encaixava perfeitamente nos príncipes encantados da minha mente...
Em tom de piada fui falando contigo, em tom de piada fui-te tocando no braço discretamente (soube depois que também te metias comigo pelas mesmas razões), e não me calavaaa, porque tinha tantas coisas na cabeça e deixavas-me tão nervosa que não conseguia parar, chamaste-me insuportável, e até me falaste do teu sótão (que ironia do destino agora é o nosso sótão). Uma semana antes não sonharia sequer com essa noite.
um dia depois ou dois não me lembro, fomos de férias, pautadas pelos maus entendidos visuais, pelos sinais erróneos que lançámos um ao outro... podia ter corrido mal, não fosse eu uma descarada e tu um descarado calculista eh eh. Dei-te a mão, deste-me o "número", combinámos na volta um encontro para supostamente te ajudar, e de facto tentei... e tu eras cada vez mais lindo para mim, porque me dedicavas uma cadeira de cartão, que seria eu a primeira a experimentar.
duas semanas depois, eras o meu melhor amigo... e algo mais.
hoje És, resumo tudo ao facto de seres algo de mim. e amanhá Serás ainda mais.
obrigada ao cosmos por ter cruzado dois caminhos tão distintos, e obrigada a ti por existires para mim com tanta dedicação.
semanas
Todas iguais, com uma segunda, uma terça e por aí fora, toda a gente sabe o resto.
Vivo em função da quinta-feira, que me é muito confortável há alguns anos, devia ser a sexta teria mais lógica, mas não.
Quintas-feiras sabem-me a esperança, talvez porque a sexta é já amanhã, e porque é revigorante acordar e saber que é quase fim da semana... não é sábado ou domingo, esses a mim cansam-me por incrível que pareça, o domingo então, deixa-me de rastos, perante a possibilidade de uma segunda-feira negra que se avizinha. Enfim ele há coisas que não se medem em palavras.
Ando cansada, e normalmente penso sempre que a quinta está a chegar, e de facto chega e acaba, o tempo não pára, isso causa-me uma náusea. É a vertigem, é a idade, ou talvez só precise de férias.
Vivo em função da quinta-feira, que me é muito confortável há alguns anos, devia ser a sexta teria mais lógica, mas não.
Quintas-feiras sabem-me a esperança, talvez porque a sexta é já amanhã, e porque é revigorante acordar e saber que é quase fim da semana... não é sábado ou domingo, esses a mim cansam-me por incrível que pareça, o domingo então, deixa-me de rastos, perante a possibilidade de uma segunda-feira negra que se avizinha. Enfim ele há coisas que não se medem em palavras.
Ando cansada, e normalmente penso sempre que a quinta está a chegar, e de facto chega e acaba, o tempo não pára, isso causa-me uma náusea. É a vertigem, é a idade, ou talvez só precise de férias.
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